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Effect of 12 weeks of aquatic strength training on individuals with multiple sclerosis

ANTECEDENTES: Programas de exercícios físicos são recomendados para pacientes com esclerose múltipla. No entanto, são limitados os estudos que envolvem o treinamento aquático de força para a melhoria das capacidades funcionais. OBJETIVO: Investigar o efeito de um programa de treinamento aquático de...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores principales: SCORCINE, Claudio, VERÍSSIMO, Stefanie, COUTO, Angela, MADUREIRA, Fabricio, GUEDES, Dilmar, FRAGOSO, Yara Dadalti, COLANTONIO, Emilson
Formato: Online Artículo Texto
Lenguaje:English
Publicado: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO 2022
Materias:
Acceso en línea:https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9238329/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/35195224
http://dx.doi.org/10.1590/0004-282X-ANP-2020-0541
Descripción
Sumario:ANTECEDENTES: Programas de exercícios físicos são recomendados para pacientes com esclerose múltipla. No entanto, são limitados os estudos que envolvem o treinamento aquático de força para a melhoria das capacidades funcionais. OBJETIVO: Investigar o efeito de um programa de treinamento aquático de força nas capacidades funcionais e nos níveis de força e fadiga de pessoas diagnosticadas com esclerose múltipla. MÉTODOS: Foram selecionados 29 voluntários com esclerose múltipla. Todos os participantes realizaram uma bateria de testes, incluindo os de capacidades funcionais, nível de força e níveis de fadiga em dois momentos distintos: pré-intervenção e pós-intervenção. O programa de treinamento de força foi realizado durante 12 semanas. Foram utilizados exercícios de força localizados, com controle específico de carga de trabalho, que variou entre 50 e 90% do máximo, de acordo com a semana de treinamento. Para a análise estatística, optou-se por utilizar o teste t de Student na comparação ente os momentos pré- e pós-intervenção. RESULTADOS: Os resultados demonstraram melhora significativa em todas as variáveis investigadas: teste de 6 min de caminhada (p=0,00); força mão dominante (p=0,02); força mão não dominante (p=0,00); levantar (p=0,00); sentar e levantar-se (p=0,00); subir 15 degraus (p=0,00); descer 15 degraus (p=0,00); calçar meias (p=0,00); gravidade da fadiga (p=0,01); impacto da fadiga (p=0,01). CONCLUSÃO: O treinamento aquático de força foi eficiente para melhorar as capacidades funcionais relacionadas à qualidade de vida de pacientes com esclerose múltipla.